O zoneamento ZM1 em Garopaba define parâmetros que orientam o tamanho do lote, a ocupação da construção, a área permeável, os recuos e a altura da edificação. Para você, comprador, essas informações ajudam a compreender o potencial do imóvel na hora da aquisição e antes de iniciar o projeto arquitetônico.
O Loteamento Raízes da Pedra Branca está inserido na Zona Mista 1, conhecida como ZM1. Nesse enquadramento, um lote de 360 m² oferece possibilidades para casas térreas, sobrados, áreas externas e projetos residenciais adaptados a diferentes estilos de vida.
A metragem total, contudo, representa apenas o início da análise. O formato do terreno, a posição solar, os acessos, os afastamentos obrigatórios e o programa da residência também influenciam o resultado.

O que é o zoneamento urbano?
O zoneamento organiza o território municipal em áreas com parâmetros específicos de uso e ocupação do solo. Ele indica como cada parte da cidade pode receber moradias, atividades econômicas, equipamentos, infraestrutura e novas construções.
Em termos práticos, o zoneamento ajuda a equilibrar o interesse do proprietário com o funcionamento da cidade. A legislação define limites de ocupação, altura, permeabilidade e implantação para que as edificações mantenham uma relação adequada com as ruas, os imóveis vizinhos e o ambiente urbano.
Garopaba instituiu sua atual legislação de zoneamento pela Lei Complementar nº 2.670, de 20 de janeiro de 2025. Posteriormente, a Lei Complementar nº 2.743, de 9 de junho de 2025, alterou dispositivos da norma. Por isso, arquitetos e responsáveis técnicos devem consultar sempre o texto consolidado e vigente no momento do projeto.
O zoneamento oferece, dessa forma, uma base objetiva para o planejamento. A aprovação municipal, por sua vez, confirma se o projeto desenvolvido atende aos parâmetros aplicáveis ao lote.
O que significa ZM1 em Garopaba?
A sigla ZM1 identifica a Zona Mista 1. Como o próprio nome indica, essa classificação integra a malha urbana e admite uma combinação de usos compatíveis com as características da zona.
Para uma residência, o enquadramento apresenta parâmetros capazes de acomodar diferentes soluções arquitetônicas. Você pode, por exemplo, estudar uma casa térrea conectada ao jardim ou distribuir os ambientes em dois pavimentos para preservar uma área externa maior.
Atividades profissionais ou econômicas também podem ser avaliadas conforme a tabela municipal de usos. Nesse caso, o tipo de atividade, o impacto sobre o entorno, as vagas necessárias e as demais exigências precisam ser verificados de maneira específica.
A ZM1 oferece, sobretudo, flexibilidade para o planejamento residencial. Essa característica interessa tanto a famílias que desejam construir para morar quanto a compradores que buscam um imóvel com diferentes possibilidades de aproveitamento.
Quais são os parâmetros da ZM1?
Os parâmetros informados para a ZM1 no Raízes da Pedra Branca são:
- Taxa de ocupação: 50%;
- Coeficiente de aproveitamento: 1,0;
- Taxa mínima de permeabilidade: 25%;
- Altura máxima: 8,50 metros;
- Número de pavimentos: dois pavimentos, além de subsolo;
- Lote mínimo: 360 m²;
- Testada mínima: 12 metros;
- Testada mínima em lote de esquina: 17 metros;
- Recuo frontal: 4 metros ou 6 metros com vaga;
- Recuos laterais e de fundos: 1,50 metro.
Esses números precisam ser interpretados em conjunto. Uma taxa de ocupação favorável, por exemplo, continua sujeita aos recuos, à forma do terreno e à posição dos acessos.
O coeficiente de aproveitamento também trabalha junto com a altura máxima. Da mesma forma, a área permeável precisa ser integrada ao jardim, à drenagem e à implantação da residência.
Quanto pode ocupar uma casa em um lote de 360 m²?
A taxa de ocupação indica a parcela do terreno que pode receber a projeção da edificação sobre o solo. Na ZM1, a taxa de 50% corresponde, em uma conta inicial, a até 180 m² de projeção em um lote de 360 m².
Isso significa que uma residência térrea poderia alcançar uma projeção teórica de 180 m². Contudo, os recuos e as dimensões reais do lote definem o espaço dentro do qual essa construção poderá ser implantada.
Um terreno com 12 metros de frente, por exemplo, precisa acomodar os afastamentos laterais e o acesso. A profundidade disponível também muda depois da aplicação dos recuos frontal e de fundos.
O arquiteto e o engenheiro utilizam essas informações para desenhar o chamado envelope construtivo. A partir disso, consegue visualizar a área onde a edificação pode ser posicionada e testar diferentes configurações.
A taxa de ocupação, portanto, não representa uma planta pronta. Ela mostra um limite inicial que deve ser compatibilizado com os demais parâmetros e com as escolhas do projeto.
Como funciona o coeficiente de aproveitamento 1,0?
O coeficiente de aproveitamento relaciona a área do lote à área construída computável permitida. Em um lote de 360 m², o coeficiente 1,0 indica uma referência de até 360 m² de área computável total.
Essa área pode ser distribuída entre os pavimentos conforme o projeto. Em um exemplo teórico, uma construção poderia ter 180 m² no térreo e 180 m² no pavimento superior.
Na prática, a residência pode utilizar uma área menor e priorizar ambientes mais amplos, jardim, varanda ou pátio. O objetivo do comprador e o orçamento da obra, nesse sentido, influenciam tanto quanto o limite urbanístico.
Alguns elementos da edificação podem receber formas específicas de cálculo conforme a legislação. Varandas, garagens, áreas técnicas, coberturas e subsolos, por exemplo, precisam ser analisados pelo profissional responsável de acordo com as regras vigentes.
O coeficiente informa o potencial máximo, enquanto o projeto define o aproveitamento mais adequado. Como resultado, uma casa com menos metros quadrados pode oferecer excelente conforto quando apresenta boa distribuição, iluminação e integração com as áreas externas.
É possível construir dois pavimentos na ZM1?
A altura máxima de 8,50 metros permite o desenvolvimento de até dois pavimentos, observadas as regras de medição e implantação. Essa configuração amplia as possibilidades de organização da residência.
O pavimento térreo pode concentrar sala, cozinha, lavabo, lavanderia, garagem e áreas de convivência. Ao mesmo tempo, o andar superior pode receber dormitórios, suítes, escritório e espaços mais reservados.
A construção vertical reduz a projeção necessária sobre o solo. Dessa forma, você pode preservar uma área maior para jardim, varanda, piscina, paisagismo ou atividades ao ar livre.
Uma casa térrea também funciona bem nessa zona. Nesse caso, todos os ambientes permanecem no mesmo nível, o que favorece acessibilidade, circulação e contato direto com o pátio.
A decisão entre térreo e sobrado depende da rotina dos moradores. Famílias com crianças, pessoas que planejam permanecer na residência durante a aposentadoria e compradores que desejam preservar mais área externa podem chegar a soluções diferentes dentro do mesmo zoneamento.
Como o subsolo pode participar do projeto?
O parâmetro da ZM1 prevê a possibilidade de subsolo. Essa área pode ser estudada para garagem, depósito, espaços técnicos ou outros usos compatíveis com o projeto e com as definições da legislação.
A topografia influencia bastante essa solução. Em terrenos com desnível, por exemplo, o subsolo pode acompanhar o relevo e reduzir intervenções desnecessárias.
O projeto precisa considerar, ao mesmo tempo, drenagem, ventilação, impermeabilização, acesso de veículos e condições do solo. Com isso, o espaço ganha funcionalidade e desempenho adequado ao clima de Garopaba.
A existência desse parâmetro amplia as opções do arquiteto, mas cada lote exige um estudo próprio. A forma de computar a área e sua relação com a altura da edificação também precisam seguir as normas municipais vigentes.
Quanto deve permanecer permeável?
A ZM1 exige uma taxa mínima de permeabilidade de 25%. Em um lote de 360 m², isso corresponde a pelo menos 90 m² de área capaz de permitir a infiltração da água no solo.
Essa área pode integrar jardins, gramados, canteiros e outras soluções paisagísticas compatíveis. Assim, a exigência urbanística também contribui para criar ambientes externos agradáveis.
A permeabilidade participa da drenagem porque reduz a quantidade de água direcionada imediatamente às superfícies pavimentadas. Além disso, favorece a presença de vegetação e melhora a relação entre a construção e o terreno.
Você pode organizar esses 90 m² como parte ativa da residência. Um jardim voltado para a sala, por exemplo, amplia visualmente os ambientes internos e cria espaço para convivência.
O paisagismo também pode considerar caminhos permeáveis, espécies adaptadas ao clima e áreas de sombra. Dessa maneira, a parcela preservada cumpre uma função urbana, ambiental e cotidiana.
Como os recuos influenciam a planta da casa?
Os recuos determinam as distâncias entre a edificação e os limites do lote. Na ZM1, o recuo frontal indicado é de 4 metros ou de 6 metros quando a configuração inclui vaga, enquanto os afastamentos laterais e de fundos são de 1,50 metro.
O recuo frontal organiza a relação da casa com a rua. Ele pode receber jardim, acesso de pedestres, entrada de veículos e elementos de transição entre o espaço público e a residência.
Os afastamentos laterais favorecem iluminação, ventilação e circulação ao redor da construção. Ao mesmo tempo, o recuo de fundos ajuda a formar um pátio mais reservado e pode receber áreas de convivência.
A posição da garagem interfere diretamente nessa composição. Quando o projeto inclui uma vaga na frente, o afastamento correspondente precisa ser incorporado desde o estudo inicial.
Um bom projeto utiliza os recuos a favor da residência. Em vez de enxergá-los como áreas residuais, o arquiteto pode transformá-los em jardins, acessos, passagens iluminadas e espaços que melhorem a ventilação.
O que pode ser construído em um lote ZM1?
Os parâmetros permitem estudar diferentes configurações residenciais. Entre elas estão:
- casa térrea com dois ou três dormitórios;
- residência térrea com suíte, escritório e jardim;
- sobrado com setor social no térreo e dormitórios no pavimento superior;
- casa com garagem ou espaço coberto para veículos;
- projeto com varanda, área gourmet e quintal;
- residência com piscina, desde que o projeto preserve os índices exigidos;
- construção com subsolo, conforme a topografia e a aprovação;
- imóvel com espaço profissional, quando o uso pretendido for compatível com a zona.
Cada alternativa precisa respeitar ocupação, coeficiente, permeabilidade, altura e recuos. Além disso, o programa da casa deve considerar as necessidades reais dos moradores.
Uma família pode priorizar três dormitórios e áreas externas. Um profissional remoto, por sua vez, pode reservar uma sala silenciosa para trabalho. Já um casal que planeja permanecer por muitos anos no imóvel pode preferir uma suíte no térreo e ambientes preparados para diferentes fases da vida.
A ZM1 oferece margem para essas escolhas. O projeto transforma os índices em espaços concretos, confortáveis e adequados ao orçamento disponível.

Lote 01 – Quadra A
360,82m² - R$ 451.025,00

Lote 02 – Quadra A
360,56m² - R$ 450.700,00

Lote 03 – Quadra A
360,61m² - R$ 450.762,50

Lote 04 – Quadra A
360,65m² - R$ 450.812,50

Lote 05 – Quadra A
360,71m² - R$ 450.887,50

Lote 06 – Quadra A
380,99m² - R$ 476.237,50

Lote 07 – Quadra A
424,03m² - R$ 530.037,50

Lote 08 – Quadra B
362,77m² - R$ 453.462,50
Dois lotes de 360 m² permitem a mesma construção?
A metragem igual não produz, automaticamente, projetos idênticos. A largura, a profundidade, a posição na quadra e a orientação solar mudam as possibilidades de implantação.
Um lote de esquina possui duas frentes e segue uma testada mínima específica de 17 metros. Essa posição pode ampliar acessos e fachadas, embora também exija uma leitura cuidadosa dos recuos aplicáveis.
A direção do sol influencia a distribuição dos ambientes. Em Garopaba, a orientação para o norte pode favorecer a entrada de luz e calor nos períodos mais frios, enquanto o projeto pode controlar a insolação mais intensa por meio de beirais, vegetação e proteções adequadas.
A topografia acrescenta outra variável. Um terreno plano permite determinadas soluções, ao passo que um lote inclinado pode receber níveis, vistas e acessos integrados ao relevo.
Você, comprador, deve relacionar essas características ao tipo de casa que deseja construir. Dessa forma, a escolha da unidade considera seu potencial arquitetônico e a rotina que será vivida no imóvel.
O zoneamento ZM1 pode influenciar o valor do lote?
O potencial construtivo participa da análise imobiliária porque indica como o terreno poderá ser aproveitado. Um lote com parâmetros claros permite que o comprador estime com mais precisão o tipo e o porte da edificação.
A possibilidade de distribuir a construção em dois pavimentos também oferece flexibilidade. Como resultado, o imóvel pode atender projetos compactos ou residências com programas mais amplos.
A taxa de ocupação de 50% e o coeficiente 1,0 criam uma relação equilibrada entre área construída e espaços livres. Ao mesmo tempo, a permeabilidade mínima preserva uma parte relevante do terreno para jardim e infiltração.
O valor do lote depende ainda de localização, infraestrutura, documentação, formato e demanda. O zoneamento, nesse contexto, representa um dos fundamentos que ajudam a compreender a utilidade e a versatilidade da propriedade.
ZM1 no Loteamento Raízes da Pedra Branca
Os lotes do Raízes da Pedra Branca estão inseridos na ZM1. Para você, comprador, isso oferece parâmetros conhecidos para começar a planejar a futura construção.
O empreendimento já possui infraestrutura e documentação organizadas. Assim, a escolha pode se concentrar na posição do lote, na orientação solar, no formato e na relação com o projeto residencial.
Um lote de 360 m² dentro da ZM1 permite estudar diferentes composições. Você pode priorizar uma casa térrea integrada ao jardim ou um sobrado que libere mais área externa.
A GRPUS reúne experiência em urbanismo, arquitetura, engenharia, direito imobiliário, infraestrutura e desenvolvimento de loteamentos. Essa atuação integrada permite relacionar a escolha da unidade às possibilidades da futura edificação.
A análise prévia também aproxima expectativa e projeto. Ao apresentar suas prioridades à equipe, você consegue compreender quais lotes oferecem características compatíveis com a residência imaginada.

O que verificar antes de desenvolver o projeto
O primeiro passo consiste em obter as informações atualizadas do imóvel. Matrícula, planta do loteamento, dimensões da unidade e enquadramento urbanístico devem representar o mesmo lote.
Na sequência, o comprador pode reunir suas prioridades:
- quantidade de dormitórios;
- preferência por casa térrea ou sobrado;
- necessidade de home office;
- número de vagas;
- área de jardim;
- interesse por piscina ou espaço gourmet;
- possibilidade de ampliações futuras;
- orçamento estimado para a obra.
O arquiteto relaciona essas escolhas aos parâmetros da ZM1. Em seguida, desenvolve estudos de implantação, posição solar, circulação e volumetria.
A consulta de viabilidade e a aprovação municipal completam esse caminho. Como as normas podem receber alterações, o responsável técnico deve confirmar todos os índices e notas aplicáveis na data do protocolo.
Como transformar os índices em uma boa casa
Os números do zoneamento definem possibilidades, mas a qualidade da residência nasce das decisões de projeto. Uma planta eficiente utiliza bem cada metro quadrado e evita circulações desnecessárias.
A posição da casa pode, por exemplo, criar um jardim maior em vez de distribuir pequenos espaços sem função ao redor da construção. Da mesma maneira, a concentração de áreas hidráulicas pode simplificar instalações e execução.
O projeto também pode prever crescimento futuro. Caso a família deseje ampliar um escritório, criar uma suíte ou adicionar uma área de lazer, a estrutura inicial pode preparar essa evolução.
Materiais, ventilação, insolação e proteção contra umidade complementam o planejamento. Com isso, a residência aproveita o potencial permitido pela ZM1 e responde às condições locais de Garopaba.
Em síntese, o zoneamento ZM1 oferece uma base versátil para construir em um lote de 360 m². Taxa de ocupação, coeficiente, permeabilidade, altura e recuos trabalham juntos para organizar uma residência funcional, iluminada e integrada às áreas externas.
No Raízes da Pedra Branca, esses parâmetros acompanham lotes inseridos em um empreendimento estruturado. A combinação entre zoneamento definido, infraestrutura pronta e planejamento arquitetônico permite transformar o terreno em uma casa alinhada ao seu modo de viver em Garopaba.
Perguntas frequentes sobre o zoneamento
Quanto é possível ocupar em um lote de 360 m²?
Com taxa de ocupação de 50%, a projeção máxima teórica da construção é de 180 m². Contudo, recuos, formato do lote, acessos e demais regras também influenciam a área efetivamente utilizável.
É possível construir um sobrado na ZM1?
Sim. O zoneamento ZM1 permite até dois pavimentos, além de subsolo, respeitando a altura máxima de 8,50 metros e os demais parâmetros urbanísticos.
Qual é a área permeável mínima?
Em um lote de 360 m², pelo menos 90 m² devem permanecer permeáveis. Essa área pode integrar jardins, gramados e outras soluções compatíveis com a drenagem do imóvel.
O coeficiente de aproveitamento 1,0 permite construir 360 m²?
O coeficiente 1,0 indica uma referência de até 360 m² de área computável em um lote de 360 m². Ainda assim, o projeto precisa respeitar taxa de ocupação, recuos, altura e regras de cálculo aplicáveis.
É possível construir piscina no lote?
Sim, desde que a implantação respeite a área permeável mínima, os recuos, as instalações técnicas e os demais parâmetros definidos para o imóvel.
A ZM1 permite atividade profissional no imóvel?
A Zona Mista 1 pode admitir usos residenciais e atividades compatíveis. Porém, o tipo de atividade deve ser confirmado na tabela municipal de usos e na consulta de viabilidade.
Todos os lotes de 360 m² permitem o mesmo projeto?
Não. Largura, profundidade, topografia, orientação solar, posição na quadra e acessos influenciam as possibilidades de construção. Por isso, cada unidade deve receber uma análise própria.
Os parâmetros podem mudar?
Sim. A legislação urbanística pode receber alterações. Portanto, o arquiteto ou responsável técnico deve confirmar o zoneamento e os índices vigentes antes de desenvolver e protocolar o projeto.

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Sou Advogado, Corretor de Imóveis com CRECI desde 1994 e empresário do setor imobiliário. Descendente de uma família com mais de 100 anos de tradição em cartórios de registro de imóveis e loteamentos, acumula mais de três décadas de experiência em desenvolvimento imobiliário, regularização fundiária, loteamentos e valorização patrimonial. Fundador da GRPUS e morador de Garopaba, acompanha de perto a evolução do mercado imobiliário catarinense e compartilha análises sobre qualidade de vida, desenvolvimento urbano, sustentabilidade e oportunidades para morar e investir no litoral de Santa Catarina.


